Cai o consumo global de vinho. On line cresce na crise

A crise do Covid-19, o vírus chinês, bateu forte na indústria do vinho. Para os vinhos europeus ela se junta ao Brexit, a sobre taxa americana do caso Boeing x Airbus, a uma lei francesa que limita os descontos nos supermercados a 33% e a isenção chinesa para vinhos do Chile e Austrália. Segundo estudo realizado pela consultoria IWSR para a Vinexpo a queda de consumo global deve ser de 13% em 2020. Esta crise é maior do que a de 2008, afirma o estudo. Uma das explicações é o fechamento de milhares de bares, restaurantes e lojas de vinho. Nos espumantes a pancada é ainda mais violenta e deve chegar a 15%. A queda na venda do Crémant e do Champagne será maior do que a dos Proseccos, revela o estudo.

Quem cresce é o comércio on line que nos dez principais mercados do vinho tiveram um faturamento de 21 bilhões de dólares em 2018. O que equivale a duas vezes o tamanho do mercado de varejo de viagem (travel retail) que inclui dentre outros aeroportos, navios de cruzeiro e estações de trem e ônibus. A previsão para as vendas on line é de 45,5 bilhões de dólares em 2024 neste segmento. Na China um terço das vendas são feitas por este canal, diz o estudo. No Brasil segundo o recente relatório da Ideal Consultoria as pontocom atingiram em abril deste ano 15% do volume dos vinhos importados e 12% do valor. Este segmento se impõe também no mercado brasileiro. Santé.

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